sábado, 11 de maio de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Experimento de páscoa
Peça licença ao coelho e use uma cenoura nesta atividade!
Com a chegada da páscoa, aposto que você já viu muitos ovos e coelhinhos por aí. Quase sempre, os coelhos são representados ao lado de um de seus alimentos favoritos: a cenoura. Ela é o nosso ingrediente principal no experimento de hoje.
Você vai precisar de:
* Uma cenoura
* Água
* Sal
* Duas tigelas ou dois copos grandes
* Uma cenoura
* Água
* Sal
* Duas tigelas ou dois copos grandes
Peça a ajuda de um adulto para cortar a cenoura em tiras – elas não precisam ser muito longas nem muito grossas. Divida a cenoura igualmente nas duas tigelas e depois cubra-as com água. Em um dos recipientes, misture sal até a água ficar bem salgada.
Deixe as cenouras lá por algumas horas. Aproveite que é feriado e vá brincar com seus amigos. Quando voltar, retire as tiras de cenoura das tigelas. O que aconteceu? Conte pra gente nos comentários!
terça-feira, 12 de março de 2013
Lista de Exercícios_FÌSICA_9 ano_ AC1_IETAPA
segue o link abaixo para o download da list de exercícios
domingo, 24 de fevereiro de 2013
O que são os Nomes em Latim dos Elementos Químicos?
Os cientistas adotaram certas convenções a respeito de símbolos químicos para os vários elementos. O símbolo é uma forma curta ou nome abreviado de um elemento. Cada elemento possui um símbolo químico que é único e exclusivo. Um átomo de um elemento é representado por este símbolo. Por exemplo, o símbolo do Carbono é C.
Muitos elementos têm seus símbolos derivados da primeira letra [ex., H para Hidrogênio] ou das duas primeiras letras [ex., He para Hélio] de seus nomes. Alguns poucos elementos têm símbolos derivados de seus nomes em Latim, conforme a tabela abaixo.
| Elemento | Símbolo | Nome em Latim |
| Antimônio | Sb | Stibium |
| Cobre | Cu | Cuprum |
| Ouro | Au | Aurum |
| Ferro | Fe | Ferrum |
| Chumbo | Pb | Plumbum |
| Mercúrio | Hg | Hydragyrum |
| Potássio | K | Kalium |
| Prata | Ag | Argentum |
| Sódio | Na | Natrium |
| Estanho | Sn | Stannum |
| Tungstênio | W | Wolfram |
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Tem cheiro de… química!
Entenda como funcionam os aromatizantes artificiais encontrados em alimentos.
Feche os olhos e tente se lembrar do cheiro do abacaxi, da goiaba, do bolo de baunilha, do chocolate. Não são realmente inconfundíveis? Esses deliciosos aromas – e outros não tão agradáveis, como o cheiro de ovo podre – são produzidos por substâncias voláteis, ou seja, que evaporam facilmente, mesmo em temperaturas baixas. Ao evaporarem, eles se misturam com o ar e, quando respiramos, acabam entrando pelo nariz, onde são detectados por células sensoriais capazes de distinguir milhares de tipos diferentes de cheiros.
Aroma de pipoca, de bolo de chocolate, de suco de maracujá. Quantos cheiros gostosos podem vir da cozinha! Mas você sabia que alguns aromas são introduzidos artificialmente nos alimentos, para deixá-los mais apetitosos? (Ilustração: Fernando)
Embora os alimentos contenham naturalmente compostos aromáticos, é comum que durante o seu preparo, principalmente quando são produzidos industrialmente, sejam adicionadas substâncias capazes de conferir ou intensificar seu aroma e sabor. Elas são conhecidas como aromatizantes.
Os aromatizantes são classificados como naturais (compostos extraídos geralmente de plantas) ou sintéticos (obtidos por processos químicos). Os aromas sintéticos, por sua vez, podem ser classificados como idênticos aos naturais (com estrutura química igual ao composto natural) ou artificiais (com estrutura química não encontrada na natureza).
Os aromas artificiais são usados para repor o aroma natural que foi perdido durante o processamento do alimento ou simplesmente para introduzir um novo aroma. Confira você mesmo: procure pelas palavras “aroma artificial” na lista de ingredientes de alimentos industrializados como jujuba, gelatina, mistura para bolo, refrigerantes e balas (Foto: Kai Schireiber / Flickr / CC BY-SA 2.0)
A maioria dos aromas naturais é constituída por uma mistura complexa de substâncias voláteis, mas, geralmente, um dos compostos da mistura contribui de forma mais significativa para a percepção do aroma. Assim, se os químicos estudarem esses aromas e determinarem a estrutura do principal composto responsável pelo cheiro, podem sintetizar o composto em laboratório, produzindo um aroma sintético bem parecido com o aroma natural.
Vejam, por exemplo, o caso do aroma de baunilha, que fica delicioso em bolos, sorvetes e biscoitos. O cheiro é naturalmente produzido pelos frutos das orquídeas do gênero Vanilla, originárias do México. Para colocá-lo no alimento, é possível usar o fruto seco, o extrato concentrado do fruto – que contem uma mistura complexa de centenas de substâncias aromáticas, incluindo a vanilina – ou o aromatizante sintético – que contém exclusivamente vanilina.
Folhas, flores, frutos, caules e raízes de muitas plantas acumulam grande quantidade de substâncias aromáticas e podem ser usados na culinária para dar sabor e aroma aos alimentos. Dê uma olhada na cozinha: louro, orégano, alecrim, cravo, canela, pimenta-do-reino, noz-moscada, gengibre… Porém, por serem usados em estado bruto – ou seja, em sua forma natural, sem processamento – esses produtos não são considerados aromatizantes, e sim temperos (Foto: Fernanda Mendonca / Flickr / CC BY-ND 2.0)
Apesar de os aromatizantes naturais serem muito valorizados, os aromatizantes sintéticos são muito mais usados. Por quê? Ora, porque acabam sendo mais baratos para usar em muita quantidade nas fábricas de alimentos!
Entre os aromatizantes sintéticos mais comumente utilizados estão o antranilato de metila (aroma de uva), acetato de pentila (aroma de banana), butanoato de etila (aroma de abacaxi), metanoato de etila (aroma de groselha), acetato de octila (aroma de laranja), etanoato de isobutila (aroma de morango) e o acetato de etila (aroma de menta), todos pertencentes a um grupo de compostos denominados ésteres. O curioso é que estes aromas também são usados na fabricação de perfumes, sabonetes e batons.
Agora que você já entendeu como funcionam os aromas dos alimentos, vou contar um segredo: embora os químicos tenham se esforçado muito para criarem os aromatizantes sintéticos, eu não troco um suco de abacaxi feito diretamente da fruta por um refresco artificial! E você?
Fonte: Ciência Hoje
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